Totvs elege novos vice-presidente de Finanças e diretor de RI

São Paulo - O Conselho de Administração da Totvs elegeu Alexandre Mafra para o cargo de vice-presidente Executivo e Financeiro e Gilsomar Maia ao cargo de Relações com Investidores, em reunião nesta quarta-feira.

Os executivos atuarão em cargos anteriormente ocupados por Alexandre Dinkelmann, que pediu renúncia.

Mafra continuará atuando também como vice-presidente de Relações Humanas e Infraestrutura Organizacional, cargo que já ocupava. Maia, atualmente, ocupa o cargo de diretor de Finanças Corporativas com o qual, a partir de agora, passa a acumular o cargo de diretor de Relações com Investidores.

Distribuidoras da Eletrobras devem ser vendidas após eleições, diz fonte

Rio de Janeiro - O Ministério de
Minas e Energia é favorável à venda do controle das distribuidoras da
Eletrobras, mas o processo só deverá ser concretizado após as eleições de 2014,
afirmou à Reuters uma fonte a par do assunto.

"Isso é líquido e certo", disse a fonte, quando perguntada se o
ministério aprova a venda dos ativos.

Segundo a fonte, que falou sob condição de anonimato, o governo --acionista
controlador da Eletrobras-- estaria aguardando o momento político ideal para anunciar
o aval ao negócio.

"(O anúncio da) decisão pode ter um efeito negativo nas urnas. Mesmo se
for positivo, não há garantia de que haverá um bônus eleitoral", disse a
fonte.

O cronograma da operação também depende da definição do modelo para
renovação de concessões no segmento de distribuição de energia, ainda em
análise pelo governo, afirmou a fonte.

As distribuidoras da Eletrobras estão no Amazonas, Acre, Alagoas, Piauí,
Roraima e Rondônia. Elas vêm causando prejuízo combinado de mais de 1 bilhão de
reais por ano ao grupo.

"A ideia (da estatal) é ficar como minoritária das distribuidoras. O
mínimo em discussão é a Eletrobras ficar com um terço da empresa. Seria de 33 a
49 por cento", disse a fonte.

Apesar da eficiência baixa de algumas distribuidoras da Eletrobras e do
prejuízo que dão à estatal, há investidores interessados nos ativos, disse a
fonte, sem fornecer mais detalhes.

Das seis empresas federalizadas, a mais deficitária é a do Amazonas, porque
a tarifa é muito baixa. As duas distribuidoras do grupo no Nordeste estão em
situação menos adversa, tendo condições de dar lucro já em 2014 se mantiverem o
ritmo de melhoria que vêm apresentando, segundo a fonte.

Reorganização

A Eletrobras passa por um processo de redução de gastos e melhoria da
eficiência para se adaptar à nova realidade do setor elétrico brasileiro, após
a renovação antecipada e onerosa de concessões de geração e transmissão.

Ao aceitar os termos propostos pela União no ano passado para manter as
hidrelétricas e as linhas de transmissão cujas concessões terminariam de 2015 a
2017, a Eletrobras viu sua receita anual ser reduzida em cerca de 8,7 bilhões
de reais.

A venda do controle das distribuidoras pela Eletrobras é vista como um
caminho natural para o grupo conseguir atingir sua meta de redução de custos de
30 por cento até 2015. A estatal contratou o Santander para elaborar um plano
de reestruturação do negócio de distribuição.

No fim de setembro, o ministro de Minas e Energia, Edison Lobão, disse que o
governo federal não tinha decisão sobre o futuro das distribuidoras da
Eletrobras. Na ocasião, Lobão afirmou que o governo trabalhava com diversas
alternativas, desde vender 100 por cento das empresas até continuar com os
ativos nas condições atuais.

ANTT envia ao TCU estudos para leilão da BR-040 entre o DF e MG

Brasília - A Agência Nacional de Transportes
Terrestres (ANTT) encaminhou ao Tribunal de Contas da União (TCU) os estudos
relativos à concessão da BR-040, entre Brasília (DF) e Juiz de Fora (MG). 

Em entrevista à
Reuters na semana passada, o ministro dos Transportes, César Borges, havia dito
que espera a aprovação desses estudos até o fim de novembro, para viabilizar a
realização do leilão no dia 27 de dezembro.

Os estudos,
disponíveis no site da ANTT (www.antt.gov.br) mantém, para essa rodovia, a
mesma taxa interna de retorno prevista para as demais rodovias que vão a
leilão, de 7,2 por cento.

A tarifa-teto
proposta para o pedágio ficou em 0,0973 real por quilômetro, o que geraria uma
arrecadação, em 25 anos, de cerca de 24,7 bilhões de reais.

Os estudos preveem
ainda financiamento do BNDES ao projeto, de até 80 por cento dos itens
financiáveis (não são financiáveis, por exemplo, desapropriações e equipamentos
importados).

Ao todo, o governo
ainda quer realizar mais quatro leilão de rodovias até o fim do ano, incluindo
o da BR-040 (DF-GO-MG). Os outros três já estão marcados: o da BR-163 (MT) será
em 27 de novembro, o das BRs 060/153/262 entre o Distrito Federal, Goiás e
Minas Gerais, no dia 4 de dezembro e o da BR-163 (MS), no dia 17 de dezembro.

Painel cai de fuselagem do Boeing 787 Dreamliner em voo

Seattle - Um painel da fuselagem de um avião Boeing 787 Dreamliner operado pela Air India caiu durante uma aterrissagem no sábado (12), na última falha da aeronave de alta tecnologia que sofreu uma série de contratempos desde seu lançamento, há dois anos.

A peça de fuselagem de 2,4 por 1,2 metro caiu da parte de baixo da aeronave e foi encontrada dentro do perímetro do aeroporto de Bangalore, na Índia, disseram as autoridades.

Os pilotos do avião, que transportava 148 passageiros e tripulantes a partir de Nova Déli para Bangalore, não perceberam que o painel estava faltando até que o avião pousou, afirmou o The Times of India.

Uma foto no site do jornal mostrou uma grande abertura na barriga do avião, deixando componentes e a infraestrutura interior da aeronave visíveis.

A Boeing e a Air India disseram que não houve risco para a segurança dos passageiros.

Um porta-voz da Air India afirmou que o painel tinha sido enviado para análise. Por sua vez, o porta-voz da Boeing afirmou que a fabricante de aviões estava trabalhando para entender o que causara a separação do painel.

O painel foi substituído por outro retirado de um 787 Dreamliner, acrescentou o porta-voz da Air India. Ele afirmou que oito Dreamliners operados pela Air India estão em serviço e um nono deve começar a voar "a qualquer momento."

"Do ponto de vista da segurança, não há perigo em absoluto", disse o porta-voz. Ele afirmou que as autoridades estão investigando o incidente.

O modelo 787 da Boeing já enfrentou sobreaquecimento de bateria, um problema que levou reguladores a determinar que toda a frota ficasse em solo em janeiro. Os voos foram retomados em abril. A companhia aérea escandinava Norwegian Air também criticou a confiabilidade do avião.

LLX ratifica eleição de Roberto Senna como presidente do conselho

São Paulo - Os acionistas da empresa de infraestrutura portuária LLX ratificaram em assembleia nesta segunda-feira a eleição de Roberto Senna como presidente do Conselho de Administração, segundo ata do encontro.

Os acionistas também ratificaram a eleição de Luiz Fontoura de Oliveira Reis Filho, Kevin Lee Lowder e Robert Blair Thomas como membros do Conselho, sendo que a posse deles está sujeita a à subscrição e integralização das ações da LLX que o grupo norte-americano EIG deverá fazer em decorrência da cessão do controle da companhia pelo empresário Eike Batista.

Empresa mexicana abandona Argentina por falta de retorno financeiro

Santiago - O Grupo Elektra anunciou na segunda-feira (2) o retiro de seus investimentos e operações na Argentina, entre outros fatores, pelo controle cambiário e restrições ao comércio exterior.

A companhia, propriedade do mexicano Ricardo Salinas, explicou em comunicado enviado à Bolsa Mexicana de Valores que essa "decisão é resultado de um difícil ambiente macroeconômico e de negócios".

No documento ainda estava explícito que os fatores que tornam inviáveis o negócio é o "controle de câmbio e as restrições à importação e exportação que limitam o acesso à mercadorias para o comércio, enquanto os controles de fluxo de capitais estáo restringidos à inversão".

Além do grifado, ele também sinalou que "a alta inflação dificulta o planejamento de negócios, enquanto a regularização de trabalho permite que práticas sindicais afetem o ambiente de trabalho".

Salinas também denunciou que nesse país "existe uma cultura do não pagamento de dívidas, onde se torna inviável o negócio de crédito".

Elektra afirmou que suas operações na Argentina são "pouco significativas" respeito o tamanho da companhia e aclarou que nao mantém atividades bancárias, as quais permitem desenvolver operações exitosas em outras regiões.

O Grupo Elektra é formado pelo consórcio Grupo Salinas, que opera a Televisão Azteca, uma companhia telefônica móvil e o Banco Azteca.

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