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Conheça as novidades do governo Bolsonaro para os programas sociais em 2021

Os programas sociais existem no Brasil a muito tempo, entra e sai mandatos a sua permanência sempre continua só havendo algumas alterações mínimas para se enquadrarem a realidade do país e do governo, mas para o ano de 2021 com o mandato de Bolsonaro esses programas trazem novidades inesperadas por muitos, como é o caso do Bolsa Família 2021.

As grandes novidades que esse governo traz são principalmente alterações nos nomes dos projetos sociais, projetos esses que são conhecidos pelos seus nomes a mais de 10 anos e a partir do próximo ano virão repaginados. O Minha Casa Minha Vida vira como Casa Verde e Amarela 2021 e o Bolsa Família vira como Renda Cidadã, marcando assim os projetos sociais no governo Bolsonaro.

Conhecendo o Bolsa Família

Sendo um programa de transferência direta de renda para as famílias em situação de pobreza no país o Bolsa Família tem um alcance de mais de treze milhões de famílias oferecendo um auxílio para que consigam superar a situação de vulnerabilidade que se encontram.

O programa tem como principais objetivos combater a fome e promover a segurança alimentar e nutricional, combater a pobreza e outras formas de privação das famílias e promover o acesso a rede de serviços públicos, como saúde, educação e assistência social que são muito importantes a toda a população.

Com as antigas regras do programa os beneficiários eram aqueles que possuíam renda mensal de ate R$178,00 por pessoa e podiam comprovar através de carteira de trabalho ou contracheque essa renda classificando-os como baixa renda, com o novo programa, Renda Cidadã, algumas regras foram alteradas e é necessário que os beneficiários fiquem atentos para não saírem prejudicados devido a essas mudanças.

Casa Verde e Amarela

O programa habitacional do governo Bolsonaro vem como uma renovação do Minha Casa Minha Vida oferecendo o mesmo benefício, mas em condições diferentes. Esse programa repaginado vem para marcar o Brasil com a cara do atual governo e promover a todos os brasileiros a oportunidade de conquistarem a sua casa própria.

A principal mudança que ocorreu com essa atualização, fora o nome, é a promessa em conseguir o financiamento da casa própria pelo programa de forma mais fácil, baseando todo o financiamento na renda bruta mensal das famílias. Esse programa tem foco em dar uma atenção inicial e especial as famílias das regiões Norte e Nordeste que concentram o maior número de pessoas em situação de baixa renda e depois expandir para o restante do país, oferecendo o benefício do programa ao maior número possível da população brasileira.

As novidades oferecidas pelo governo Bolsonaro em questões sociais vêm com o desejo de promover grandes transformações e benefícios na vida dos brasileiros. A esperança no bom funcionamento e sucesso desses programas é o mais esperado por todos, principalmente para os que dependem deles para seu sustento e acesso a moradia.

Quais países são comunistas e qual a situação deles?

Após vinte anos do colapso do bloco soviético, pesquisadores do socialismo apontam que ainda há ao menos cinco países no mundo atual considerados comunistas. Sabemos que a queda do muro de Berlim foi um grande “divisor de águas”, sendo um momento histórico do fim do comunismo na Europa. No entanto, não fez com que acabasse com o comunismo no mundo.

O comunismo é dado como o grande responsável por polarizar o mundo com o capitalismo, especialmente após o fim da Segunda Grande Guerra Mundial. 

As fortes mudanças ligadas ao comunismo, principalmente as dos sistemas, passou por diferentes processos de adaptações para conseguir sobreviver às duas últimas décadas. 

Atualmente, existem 5 países comunista no mundo atual. China, Vietnã, Laos, Coreia do Norte e Cuba, são considerados países ligados ao comunismo. 

 “A China especificamente não pode mais ser considerada um pais comunista economicamente, mas politicamente, sim, pois ainda mantém o monopólio do poder sob o partido comunista, hierarquia e centralismo. O país mais stalinista e fechado é a Coreia do Norte.”, disse o cientista político britânico Archie Brown, professor da Universidade de Oxford. 

Ao longo deste post, você poderá conferir a situação dos principais países considerados comunistas atualmente. Siga nos acompanhando para ficar por dentro de todas as informações! 

Cuba 

Cuba é considerado o único país do Ocidente ainda sob o domínio de um governo comunista. Ele possui uma economia atípica e uma história marcada por um confronto de meio século com o Estados Unidos, finalizada há não muitos anos. 

“Nós cubanos não somos comunistas dogmáticos, mas sim práticos. Somos hipercríticos. Estamos seguros e convencidos de que não há uma obra humana perfeita, todos os dias há de se aperfeiçoá-la. Não há verdade absoluta”, diz um cubano. 

A situação atual de Cuba passou por mudanças significativas desde que Raul Castro assumiu o governo. 

O salário dos trabalhadores cubanos, por exemplo, são baixíssimos, chegando a apenas R$90, assim como o salário mínimo da Venezuela em 2021. Eles são totalmente o oposto do salário mínimo dos Estados Unidos 2021 que é considerado alto. 

China 

A China é considerada uma das maiores potências mundiais, chamada oficialmente de República Popular da China. Ela é considerada um país socialista e comunista, em termos de política. Atualmente, possui a segunda maior economia e é o país mais populoso do planeta. 

Em termos econômicos, a China é considerado um dos países mais ricos. De acordo com a Legislação Trabalhista da China, os trabalhadores de lá não recebem um salário fixo, ao contrário do salário mínimo 2021 do Brasil. 

O salário dos chineses varia de acordo com as províncias. De acordo com a média salarial de 2019, o valor por hora de trabalho dos trabalhadores chineses valia US$3,60.

Entenda como o Auxilio Emergencial afetou a economia em meio a pandemia

A pandemia causada pelo novo Coronavírus além de ter gerado diversos problemas em todo o globo, gerou impacto direto na economia brasileira visto que, há um certo tempo, não vinha caminhando muito bem.

Após um grande impasse entre governo e congresso a respeito do valor do auxílio emergencial, o congresso venceu a disputa e o valor foi estipulado em R$ 600,00. Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), até junho 29,4 milhões de lares receberam algum tipo de auxílio referente a pandemia. De acordo com os dados do instituto até esse período cerca de 104,5 milhões de pessoas residiam em domicílios que pelo menos uma pessoa havia sido contemplada pelo auxílio emergencial.

O auxílio emergencial tem como alvo beneficiar trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI), autônomos e desempregados diante da pandemia. Com isso o programa conseguiu atingir as camadas mais vulneráveis socioeconomicamente. Dessa forma, o auxílio ratificou as possíveis diminuições de renda dessa camada da população.

Cimar Azeredo, diretor adjunto do IBGE, informa que da renda distribuída, 75,2% foi destinada a parcela mais vulnerável da população.

É preciso ter em mente que injetar renda na população por meio do auxílio emergencial criou um efeito em cascata, já que encoraja o consumo o que vem beneficiando a economia do país como todo. Diante da crise econômica o que mais preocupava os economistas era o setor do comércio e serviços, maiores fontes de rendimentos tributáveis do país.

Porém, apesar da diminuição da presença do público de forma presencial no comércio por conta do distanciamento social, houve um aquecimento do setor graças as transações feitas de forma on-line, atenuando de certa forma as quedas nas vendas diretas. Toda essa dinâmica gerou um crescimento entre os varejistas em comparação a períodos anteriores.

Em meio a um período de retração econômica em que o país se encontra, muitos estudiosos já apresentam forte preocupação diante da proximidade do fim do auxílio. Esse cenário que se aproxima possivelmente trará um novo aumento no percentual de retração do Produto Interno Bruto (PIB) que, em 2019, apresentou uma pequena taxa de crescimento de 1,1% e, devido a pandemia, esse valor pode ser alarmante.

Mais do que um benefício, o auxilio é um investimento posto em prática pelo governo. Como dito, todo o aquecimento do consumo gerado a partir do programa tem movimentado aumentos na arrecadação de impostos, que já antes da redistribuição de renda não vinha apresentando números positivos. Assim, a continuação do programa se apresenta como uma boa alternativa para dar andamento ao aquecimento da economia do país, o que pode gerar investimentos do setor privado, seja nacional ou internacional, algo primordial para a manutenção do sistema econômico do Brasil.

Renda Cidadã vai mesmo começar em breve? Conheça o programa!

O Renda cidadã será o principal marco social da gestão do atual presidente, Jair Bolsonaro, que tem como objetivo continuar promovendo os benefícios do atual programa Bolsa Família, mas com algumas regras um pouco diferentes. O Renda Cidadã antes ficaria conhecido com Renda Brasil, mas devido a alguns problemas do governo o Renda Brasil foi cancelado e assim surgiu o Renda cidadã.

O objetivo do programa é além de atingir o público do bolsa família que consiga também beneficiar mais dez milhões de brasileiros que atualmente recebem o auxílio emergencial, mas não tem nenhuma previsão de renda para o futuro.

De acordo com o ministro da economia o programa já existia no planejamento do governo do atual presidente e a necessidade da implementação desse programa foi ressaltava com a pandemia e toda a desigualdade social do país vista durante esse período. O início do Renda Cidadã ainda é muito incerto para muitos cidadãos já que ainda se fala no Bolsa Família 2021 e o lançamento do novo programa não tem nenhuma data de lançamento.

O Renda Cidadã tem o objetivo de promover uma transferência de renda para seus beneficiários maior que a oferecida pelo Bolsa família, mas para isso algumas regras serão alteradas, como por exemplo o valor da renda mensal que a família recebia para então ter o direito de participar do Bolsa Família. Com o programa Bolsa Família a renda mensal necessária para que as pessoas pudessem se cadastrar era de 89,01 reais per capita e 178 reais mensais, em casos com crianças na família, com o Renda Cidadã esse valor mensal sobe para 250 reais.

Diante de todas as mudanças o planejamento do novo programa vem sendo analisado e estudado pelo senado para então começar a ser implementado. Muitas expectativas foram criadas já que muitas pessoas desconhecem certas informações sobre esse novo programa e só sabem da sua futura substituição, como foi divulgado que os beneficiados pelo auxílio emergencial também poderão participar auxiliando assim mais 10 milhões de brasileiros muitas pessoas veem bastante benefício com esse novo programa.

O Renda Cidadã irá começar em breve? É uma grande dúvida que cerca muita gente e muitos não tem essa resposta. Devido ao pagamento do auxilio emergencial e todos os gastos atuais do governo fica incerto essa resposta e o Bolsa Família para o ano de 2021 ainda vem sendo divulgado campanhas e seu calendário, com isso é muito importante que todas as famílias que fazem parte do programa acompanhem qualquer nova divulgação do governo e fiquem atentos ao futuro do benefício.

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