A Embraer marcou recebeu pedidos de 18 aeronaves de cinco clientes diferentes em uma série de acordos que totalizaram cerca de US$ 1 bilhão durante a Exposição Aérea Internacional de Paris, de acordo com uma apresentação feita para entidades reguladores e divulgada nesta terça-feira (21). 

O maior negócio, de US$ 666 milhões, foi firmado com um cliente não divulgado para a aquisição de dez aeronaves E190-E2. Outras operadoras que também fizeram pedidos foram a bielorrussa Belavia Belarusian Airlines, as japonesas JAL e Fuji Dream Airlines e a holandesa KLM Citihopper.

Além disso, a fabricante brasileira anunciou que espera uma demanda global de 6.400 novas aeronaves por parte de 70 e 130 nações até 2036, chegando a um valor de até US$ 300 bilhões.

"O crescimento do mercado será responsável por 63% da demanda, enquanto a substituição de aeronaves antigas corresponderá aos 37% restantes", afirmou a companhia em comunicado.

A Embraer espera que a América do Norte represente 32% da demanda global até 2036, seguida por Ásia-Pacífico (27%), Europa (18%) e América Latina (11%).

Já a Comunidade de Estados Independentes será responsável por 6% da demanda mundial para este tipo de aeronave, a África por 3% e o Oriente Médio por 3%.

A Embraer é a terceira maior companhia aeronáutica do mundo, atrás da Boeing e da Airbus, além de ser líder no segmento de aviões comerciais regionais com capacidade entre 70 e 130 lugares.