A grande novidade no ranking das melhores universidades do México em 2017 é a inclusão de um indicador completamente novo para compor a análise: inclusão e diversidade, que mede, sobretudo, a participação de mulheres, índios e pessoas com necessidades especiais, além da concessão de bolsas de estudo.

Dessa forma, o resultado da pesquisa impulsiona universidades que tinham menos relevância nos rankings anteriores. É o caso da Universidade Autônoma do Estado de Hidalgo (que fica na 29ª colocação, subindo 7 posições), que obteve as maiores pontuações nesse novo indicador, sobretudo porque tem um plano de apoio a estudantes indígenas (99 estudantes de licenciatura, 3 de mestrado e 1 de doutorado) e faz parte do Programa de Apoio a Estudantes Indígenas de Instituições de Ensino Superior.

Esse ranking, portanto, considera os esforços que as universidades fazem para integrar os povos indígenas mexicanos, que correspondem a quase 15 milhões de pessoas (12,5% da população total do país).

Considerando todas as 50 universidades que integram o ranking, elas acolhem 9.709 estudantes indígenas em cursos de licenciatura (0,7% do total de matrículas), 94 nos cursos de mestrado (0,2%) e 12 em cursos de doutorado (0,1%), cifras ainda muito baixas em relação à população total.

Para ver o ranking completo e ter acesso a todas as informações do estudo (em espanhol), clique aqui.