Río de janeiro. A indústria brasileira de aço reduziu nesta quarta-feira (26) suas projeções para as venda neste ano, ainda que a produção deva aumentar, segundo dados do Instituto do Aço do Brasil (IABr).

A previsão para o aumento do consumo aparente (que abrange exportações e a produção, menos as importações) caiu de 3,5% al 2,9%, para 18,7 milhões de toneladas. Segundo o IABr, esse resultado levou o setor aos níveis de uma década atrás.

A entidade, no entanto, espera que a produção de aço no Brasil este ano suba 3,8%, chegando a 32,5 milhões de toneladas.

O consumo aparente de aço no primeiro trimestre teve um aumento de 5% em relação ao mesmo período do ano passado, de acordo com o instituto. As vendas nacionais caíram 0,5% em comparação com os primeiros três meses do ano passado, enquanto as importações aumentaram 73,1% no período.

De janeiro a março deste ano, a produção teve uma alta de 10,9%, voltada sobretudo para as exportações, que tiveram uma alta de 17,4%.

"O aumento ds exportações de produtos industriais no curto prazo é a única maneira de evitar uma piora nas indústrias de manufatua e o aumento do desemprego", disse o IABR em comunicado.