"Solicitei ao chanceler que peça ao secretário-geral da ONU que trata como prioridade a preocupante militarização da sociedade venezuelana", escreveu o chefe colombiano de Estado em sua conta na rede social Twitter.

Pouco antes, os ministros das Relações Exteriores de Espanha e México demonstraram  "preocupação" com a situação na Venezuela e pediram ao governo de Maduro que respeite os direitos civis e as instituições democráticas do país.

O plano civil-militar aprovado por Maduro antes de uma grande manifestação da oposição chamado para esta quarta-feira (19) "não é uma boa indicação", disse o chanceler espanhol, Alfonso Dastis. Ele solicitou ao governo em Caracas que garanta "os direitos de reunião, expressão e manifestação" e instou que prevaleça a normalidade e o diálogo no país caribenho para evitar "situações de tensão" nos atos de hoje.

Seu homólogo mexicano, Luis Videgaray, disse no mesmo fórum a "preocupação" de seu governo "a grave deterioração observada nas instituições democráticas da Venezuela": "eleciones Não foi adiada, poderes violados da legislatura, há presos políticos" ele citou como exemplo.

Su par mexicano, Luis Videgaray, apuntó en el mismo foro la "preocupación" de su Gobierno "por el grave deterioro observado en las instituciones democráticas de Venezuela": "Se han pospuesto eleciones, vulnerado facultades del poder legislativo, existen presos políticos", citó como ejemplo.

O governo mexicano acrescentou que instou a Organização dos Estados Americanos (OEA) a “restabelecer as instituições democráticas” na Venezuela, começando pela celebração das eleições que foram adiadas."

Maduro assinou na quarta-feira (19) um plano militar especial contra um suposto "complô" para removê-lo do cargo presidencial – que ele atribui aos Estados Unidos – horas antes de uma grande manifestação convocada hoje pela oposição contra seu governo.

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