Após um longo período de recessão econômica, o Brasil começa, ainda que aos poucos, a apresentar pequenos sinais de melhora. Não há grandes diagnósticos de crescimento, porém, a economia não está mais piorando. Agora então, é o momento no qual as empresas respiram e pegam algum fôlego para alavancar. 

Entretanto, só terão condições de fazê-lo de imediato, quem já havia se preparado. O momento de crise é negativo, mas todos sabemos que não será para sempre, logo, ele também é o período em que as empresas precisam se preparar para a retomada. Quem já fez isso, larga na frente a partir daqui.

Há diversas maneiras de começar esta preparação, sendo um dos pontos mais importantes o controle sob as finanças da companhia, afinal, não há retomada de crescimento quando as contas não fecham. Um bom sistema de gestão empresarial, por exemplo, é capaz de identificar e reduzir despesas desnecessárias, apoiar o planejamento orçamentário, além de proporcionar o monitoramento em tempo real da saúde financeira dos negócios de uma empresa. 

"Para muitos, papel de um sistema ERP pode parecer óbvio dentro de qualquer companhia, porém, minha experiência de mercado mostra que muitos gestores ainda não fazem a correspondência entre o crescimento da empresa e a ferramenta"

Para muitos, papel de um sistema ERP pode parecer óbvio dentro de qualquer companhia, porém, minha experiência de mercado mostra que muitos gestores ainda não fazem a correspondência entre o crescimento da empresa e a ferramenta. A sigla ERP já está bastante desgastada no mercado, portanto é necessário um grande esforço para conceituá-la novamente e apresentar corretamente ao mercado esta nova característica modular.

Hoje, o mercado apresenta novas tendências, e os sistemas ERPs tradicionais e engessados acabam perdendo preferência para os modulares totalmente em nuvem. O benefício imediato é a redução de custos, já que eles permitem a contratação apenas das ferramentas necessárias para melhorar a saúde financeira do negócio, sendo possível comprovar o retorno do dinheiro investido. Além disso, eles tornam as empresas mais competitivas, à medida que o monitoramento pode ser feito em tempo real, facilitando a tomada rápida de decisões com base em informações sempre atualizadas. Essa é a nova realidade, em um mercado exigente e com um crescente número de empresas tecnológicas e disruptivas. 

Independentemente do tamanho da empresa, é comum que encontremos colaboradores com acúmulo de funções e a situação inclui os gestores. Processos não automatizados demandam intervenção manual e pessoas totalmente dedicadas a eles. Além de facilitarem, e muito, problemas de comunicação entre processos. Quando os departamentos contam com sistemas automatizados e funcionais, a comunicação passa a ser instantânea e até mesmo casos emergenciais podem ser resolvidos sem ruídos ou estresse. 

Jander Martins - CEO da Nexaas